
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
— Ah, bem. Mas essa moça era meio doida, não era?
— Doida por quê, guri?
— Ih, esse negócio de beijar retrato e só doido que faz.
Ela explicava, sorrindo — um sorriso diferente dos que costumava sorrir:
— Não, gurizinho. Quando a gente gosta mesmo duma pessoa, a gente faz essas coisas.
Calou um momento, depois acrescentou:
— Faz até pior.
— Doida por quê, guri?
— Ih, esse negócio de beijar retrato e só doido que faz.
Ela explicava, sorrindo — um sorriso diferente dos que costumava sorrir:
— Não, gurizinho. Quando a gente gosta mesmo duma pessoa, a gente faz essas coisas.
Calou um momento, depois acrescentou:
— Faz até pior.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
“Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades.
Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo,
a conversa, o afeto no exato ponto em que foi interrompido. (…)
Afinidade é retomar a relação no ponto em que parou sem lamentar o
tempo de separação. Porque tempo e separação nunca existiram.”
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